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Matte Painting

Matte Painting, a arte invisível

Se há área artística onde a qualidade do trabalho é inversamente proporcional à sua percepção pública, é a arte da criação de ilusões cinematográficas, conhecida como “Matte Painting”. Nesta área, quanto mais natural e credível for a aparência do que vemos no filme, levando-nos a acreditar que é real ou natural, mais incógnito é o processo e o artista que o concebeu. A imagem deste artigo é a famosíssima montanha da Paramount, sobre a qual surgiam as estrelas animadas e o logotipo da companhia, e que servia de abertura para os filmes que produziam. Foi pintada em 1987, na celebração dos 75º Aniversário da empresa, por Dario Campanille, que posa ao lado do quadro com a sua pintura.


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Mestres-calígrafos

Mestres-calígrafos

Antes da massificação dos computadores e sistemas de impressão modernos, havia uma série de artistas que se especializavam a desenhar e pintar todo o tipo de material que não era susceptível de ser impresso. Se recuarmos ainda mais no tempo, antes da revolução industrial e do mundo saber ou necessitar da publicidade, haviam artistas que aplicavam com mestria, as suas técnicas caligráficas na criação de diversos objectos de comunicação.


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Como os Marketers nos fazem 'sacar' da carteira

Como os Marketers nos seduzem - Branding

Há algum tempo, surgiu um mito urbano, segundo o qual, alegadamente, havia marcas que pagavam a quem quisesse tatuar no seu corpo o seu logotipo. Conforme a área do corpo, assim o valor que seria pago. Como é óbvio, alguém que tatuasse na testa uma determinada marca, teria uma melhor remuneração do que quem escolhesse uma zona coberta do corpo. Ainda que fosse realidade, as marcas e os marketers não têm grande interesse em imprimir a sua imagem no nosso corpo; preferem fazê-lo na nossa mente. É o que procuram fazer incessantemente, e da forma mais indelével possível. Para tal, usam a recolha de informações sobre comportamentos de consumo, que cruzam com os mais recentes conhecimentos sobre psicologia cognitiva e neurociência para que em conjunto, sejam arquitectados sofisticados esquemas de sedução e persuasão.


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Como os Marketers nos fazem 'sacar' da carteira

Como os Marketers nos fazem “sacar” da carteira

Se perguntar a alguém “Julga que está num estado de permanente consciência e que todas as acções que pratica são racionais?”. A resposta da esmagadora maioria das pessoas será que “sim”. Não podiam estar mais erradas. Habitualmente não estamos num estado de total e absoluta consciência e racionalidade. Isto explica parcialmente a forma como realizamos as nossas compras. Se já saiu de casa ou abriu uma página de internet sem qualquer objectivo de comprar o que quer que fosse, e ainda assim, comprou algo, provavelmente acabou por ser vítima de uma aparentemente inofensiva “compra por impulso”. Termo que os marketers e publicitários aplicam a sofisticados planos para usar as nossas lacunas racionais.


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A verde rubra

A verde rubra

Chamada "bandeira nacional", "bandeira das quinas" ou "bandeira verde rubra", é conhecida nacional e internacionalmente como a representação de Portugal. No entanto, poucos sabem quem a criou, qual a sua origem e significado(s). Graficamente é considerada “desactualizada” por uns, “desajustada” por outros e até “kitsch” por alguns. Apesar dessas considerações a sua simbologia recebe o respeito de todos.


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Sebastião Rodrigues

Sebastião Rodrigues

Sebastião Rodrigues (1929-1997) dedicou a sua vida ao mundo das artes visuais e da cultura. Desde muito cedo teve contacto com os processos e meios de produção gráfica, que lhe proporcionaram exímias capacidades técnicas. Estas, aliadas à sua curiosidade e capacidade criativa, fizeram de Sebastião Rodrigues um dos grandes nomes do design português do Séc. XX.

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